Resumo do texto: DA FALA A ESCRITA OS SABERES DA ORALIDADE E O INÍCIO DE PRODUÇÃO ESCRITA de Maria Alice Fernandes de Sousa
4 de outubro de 2010
19 de setembro de 2010
BLOGANDO NOVAMENTE...!
OLÁAAA! ESTOU DE VOLTA! AGORA ESTOU CURSANDO O 6º PERÍODO, EM BREVE SEREI UMA PEDAGOGA. ESTOU RETOMANDO O BLOG, AGORA COM UMA OUTRA DISCIPLINA TENDEÊNCIAS ATUAIS DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA, MINISTRADA PELO PROFESSOR IVANILDO (AQUELE DO BLOG) KKKKK

27 de julho de 2009
REFLEXAO - Descanse em paz: O enterro do “NÃO CONSIGO”

ESTAVA NAVEGANDO PELA "NET", QUANDO ENCONTREI ESSA REFLEXÃO QUE TEM TUDO A VER COM A JORNADA DO 3º PERIODO NA MATÉRIA DE ESCOLA ESPAÇO POLÍTICO E PEDAGÓGICO.
ESTA REFLEXÃO TRADUZ A CONCLUSÃO DESSE PROCESSO QUE EU E MINHA TURMA PASSAMOS.
TENHO CEERTEZA QUE VOCÊ TAMBÉM JA SE DEPAROU COM ALGO PARECIDO OU ATÉ MESMO IGUAL!
ENTÃO LEIA A REFLEXÃO ABAIXO, E SE POSSÍVEL DEIXE UM COMENTÁRIO!
Descanse em paz: O enterro do “NÃO CONSIGO”
A turma da Quarta série de Donna parecia-se com muitas outras que eu vira antes.
Os alunos sentavam-se em cinco fileiras de seis carteiras.
A mesa do professor era na frente, virada para os alunos.
O quadro de avisos exibia trabalhos dos alunos.
Em muitos aspectos, parecia uma sala de escola primária tipicamente tradicional.
Mesmo assim, algo me pareceu diferente naquele primeiro dia em que entrei ali.
Parecia haver uma corrente subterrânea de excitação.
Donna era uma professora veterana de uma cidadezinha de Michigan, e faltavam apenas dois anos para sua aposentadoria.
Além disso, era voluntária ativa num projeto municipal de desenvolvimento de equipes que eu organizara e auxiliara.
O treinamento se concentrava em idéias artísticas de linguagens, capazes de estimular os alunos a se sentirem bem consigo mesmos e assumirem a responsabilidade sobre suas vidas.
O trabalho de Donna era assistir às sessões de treinamento e implementar os conceitos apresentados.
Meu trabalho era visitar as salas de aula e encorajar a implementação.
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa,preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.
Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos".
"Não consigo chutar a bola de futebol além da Segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."
Sua página já estava pela metade e ela não mostrava sinais de parar.
Trabalhava com determinação e persistência.
Caminhei pela fileira olhando as folhas dos alunos.
Todos estavam escrevendo sentenças que descreviam o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade,e assim decidi verificar com a professora o que estava acontecendo. Ao me aproximar dela, notei que ela também estava ocupada escrevendo. Achei melhor não interromper.
"Não consigo trazer a mãe de John para uma reunião de professores."
"Não consigo fazer com que minha filha abasteça o carro."
"Não consigo fazer com que Allan use palavras em vez de murros."
Frustrado em meus esforços em determinar por que os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases mais positivas, ou "eu consigo",voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.
Os estudantes escreveram por mais dez minutos.
A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra.
"Terminem a página em que estiverem e não comecem outra", foram as instruções que Donna usou para assinalar o final da atividade.
Os alunos foram então instruídos a dobrar suas folhas ao meio e trazê-las para a frente da classe.
Quando os alunos chegaram à mesa da professora, depositaram as frases "não consigo"
numa caixa de sapatos vazia.
Quando as folhas de todos os alunos haviam sido recolhidas, Donna acrescentou as suas.
Ela pôs a tampa na caixa, enfiou-a embaixo do braço e saiu pela porta, pelo corredor.
Os alunos seguiram a professora. Eu segui os alunos.
Na metade do corredor a procissão parou.
Donna entrou na sala do zelador, remexeu um pouco e saiu com uma pá. Pá numa das mãos, caixa de sapatos na outra, Donna saiu para o pátio da escola, conduzindo
os alunos até o canto mas distante do playground.
Ali começaram a cavar.
Iam enterrar seus "Não consigo"! A escavação levou mais de dez minutos, pois a maioria dos alunos queria sua vez.
Quando o buraco chegou a cerca de um metro de profundidade, a escavação terminou. A caixa de "não consigos" foi depositada no fundo do buraco e rapidamente coberta de terra.
Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, no local da sepultura recém cavada. Cada um tinha no mínimo uma página cheia de "não consigos" na caixa de sapatos um metro abaixo. E a professora também.
Neste ponto, Donna anunciou:
"Meninos e meninas, por favor dêem-se as mãos e baixem as cabeças." Os alunos obedeceram.
Rapidamente, dando-se as mãos, formaram um círculo ao redor da sepultura. Baixaram as cabeças e esperaram.
Donna proferiu os louvores.
"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do ‘Não consigo’. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública – escolas, prefeituras, assembléias legislativas e, sim, até mesmo na Casa Branca.
Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio.
Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs ‘Eu consigo’, ‘Eu Vou’ e ‘Eu vou imediatamente’.
Estes não são tão conhecidos quanto seu famoso parente e certamente ainda não tão fortes e poderosos.
Talvez algum dia, com sua ajuda, eles tenham uma importância ainda maior no mundo. Que ‘Não Consigo’possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém."
Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam esse dia.
A atividade era simbólica, uma metáfora da vida.
Foi uma experiência direta que ficaria gravada no consciente e no inconsciente para sempre.
Escrever os "Não Consigos", enterrá-los e ouvir a oração. Aquele havia sido um esforço maior da parte daquela professora.
E ela ainda não terminara.
Ao concluir a oração ela fez com que os alunos se virassem, encaminhou-os de volta à classe e promoveu uma festa.
Eles celebraram a passagem de "Não Consigo" com biscoitos, pipoca e sucos de frutas. Como parte da celebração, Donna recortou uma grande lápide de papelão.
Escreveu as palavras "Não Consigo" no topo, "Descanse em Paz" no centro e a data embaixo.
A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "Não consigo",
Donna simplesmente apontava o cartaz Descanse em Paz.
O aluno então se lembrava que "Não Consigo" estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna.
Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "Não Consigo",
vejo imagens daquele funeral da quarta série.
Como os alunos, eu também me lembro de que "Não Consigo" está morto.
Do livro Canja de Galinha para a alma de Jack Canfield & Mark Victor Hansen
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EU CONSIGO,
NÃO CONSIGO
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Confesso que a idéia de construir um portfólio eletrônico com a visão de uma avaliação formativa no curso da disciplina de Educação Espaço Político e Pedagógico da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, assustou-me um pouco a princípio. Mas aos poucos fui deixando esse "suposto medo" de lado e deliciando-me nesse mundo de blogs com diversas ferramentas maravilhosas, que contribuem para expor as idéias e
nossas criatividades.
Este blog contêm minhas produções enquanto aluna, dos processos vivenciados durante minha aprendizagem e dos meus conhecimentos adquiridos.
Uma das características principais foi a autonomia que eu tive ao construir e elaborar meu blog. Eu escolhi tudo, e o que mais gostei de escolher foi o visual que meu blog teria, tomei decisões próprias, escolhi como organizar as ferramentas e o que colocar no blog e a usar as múltiplas linguagens que a internet nos oferece.
Observei que desde a minha primeira produção no blog, eu melhorei, e consegui avançar no desenvolvimento de minhas reflexões. Na última reflexão que está abaixo desta, eu não queria parar de escrever ... me empolguei! Isso representa meu processo de evolução.
Foi fácil fazer as reflexões? Nem um pouco, foi difícil, chato, as vezes cansativo no princípio ... mas tudo mudou! kkkkk
Procurava coisinhas "Cutes" para enfeitar meu blog, fui a cada dia tentando me organizar para escrever no blog e a gostar dele, pois ele é minha criação, minha identidade.
O portfólio representou para mim uma ferramenta de aprendizado constante e desenvolvimento dos conhecimentos que adquiri durante este período, aprendi a observar, registrar e refletir.
Fico pensando no que irei fazer com este blog ao terminar esta disciplina, pois este blog foi um requisito do professor Ivanildo para a disciplina de Educação Espaço Político e Pedagógico 3 da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Com o fim da disciplina neste período, o blog devia acabar não é? Pois o requisito foi cumprido com sucesso!
Mas pretendo seguir com este blog!
Obrigada professor Ivan por me proporcionar está nova forma de aprendizado e de avaliação formativa e por extrair de mim algo de bom, que esta sendo aperfeiçoado a cada dia para se tornar melhor no futuro.
Valeu a experiência!
Então me aguardem!
Até mais!

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aprendizado,
portfólio eletrônico
NOVA PERSPECTIVA SOBRE O CURRÍCULO

NOVA PERSPECTIVA SOBRE O CURRÍCULO
Durante este período aprendi uma nova visão sobre o currículo, pois antes tinha uma idéia totalmente diferente da que tenho agora depois de estudar.
Eu só conhecia apenas 1 currículo, aquele que fazemos com pretensão a conseguir uma vaga em algum emprego, hoje vejo a variedade de currículo que existem na área educacional.
Foram muitos os textos que estudamos, discutimos, levantamos questões, trouxemos dúvidas e contribuições. Alguns dos textos estudados foram:
O primeiro texto foi a "Produção de saberes na escola: suspeitas e apostas", de José Carlos Libâneo, na qual o autor apresentou algumas suspeitas e apostas sobre a educação sobre a prática de saberes nas escolas.
O segundo texto foi "Currículo, conhecimento e cultura", de Antônio Flávio Barbosa e vera Maria Candau, nesse texto aprendi que o currículo é o norte para a aprendizagem, é como se ele fosse uma bússola, que norteia a aprendizagem, pois para que se tenha um ótimo currículo, é preciso que os professores,os responsáveis pela transmissão dos conteúdos, participem de sua elaboração, que seja construído junto, envolvendo a participação de todos os envolvidos na elaboração do processo educativo.
Durante o estudo desse texto assisti o filme Crash que estava relacionado com o texto que estavámos trabalhando em sala no momento, o
filme faz refletir sobre nossas atitudes e como agimos perante as regras impostas pelo convívio em sociedade.
O terceiro texto "O Currículo: os conteúdos do ensino ou uma análise da prática?", de Gimeno Sacristán, na qual o autor relacionava teoria e prática, onde observei que o modo como os professores entendem o que é ensinar afeta o que fazem na sala de aula. A escola precisa, contextualizar e problematizar os conteúdos, sempre aproximando com a prática e fazendo com que o aluno compreenda o significado do que foi aprendido, assim a escola estará contribuindo para o desenvolvimento do aluno.
O quarto texto "O Currículo Apresentado aos Professores", de Gimeno Sacristán, na qual o autor mostra o currículo prescrito, como um conjunto de decisões normativas que são produzidas nos gabinetes das secretarias federais, estaduais e municipais de educação. É um currículo totalmente distanciado do currículo real, pois não respeita a diversidade, e não é construído pelos que fazem a escola cotidianamente.
O outro texto foi "O Currículo Modelado pelos Professores", de Gimeno Sacristán, na qual o autor mostra o currículo modelado como o resultado das representações dos professores sobre os diversos níveis de decisão curricular, pois cabem aos professores questões sobre a participação e responsabilidade docente em relação à elaboração de planos de ensino, definição de ementas e definição de componentes curriculares.
O texto fala que o currículo molda os docentes, mas quem aplica esse currículo na prática são os próprios professores, que são sujeitos ativos que podem intervir na prática para mudar, contribuindo com seus significados e com suas vivências.
Discutimos também a questão do livro-didático e como o currículo se apresenta nos livros. Há diversos mecanismos que reforçam as desigualdades socioculturais nos sistemas educacionais, um desses mecanismos está presente no livro didático. Assim como o currículo prescrito que vem pronto para o professor executar, o livro didático também é assim. O professor precisa ver o livro didático como um apoio um norte e não algo que o torne refém dele.
Esses foram os textos trabalhados em sala durante o 3º período.
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Currículo,
livro didático
11 de julho de 2009
O Currículo Modelado pelos Professores

Reflexão baseada no texto 6:O currículo: uma reflexão sobre a prática. GIMENO SACRISTÁN discutido em sala de aula.
A Bibliografia se encontra no final do texto.
O Currículo Modelado pelos Professores
O desenvolvimento do currículo é um processo de tomadas de decisões por instâncias ordenadas e o papel dos outros atores educativos seria assim, o de procurar cumprir as diretrizes decididas.
O que vêm a ser um currículo modelado?
O currículo modelado é o resultado das representações dos professores sobre os diversos níveis de decisão curricular, pois cabem aos professores questões sobre a participação e responsabilidade docente em relação à elaboração de planos de ensino, definição de ementas e definição de componentes curriculares.
O texto fala que o currículo molda os docentes, mas quem aplica esse currículo na prática são os próprios professores, que são sujeitos ativos que podem intervir na prática para mudar, contribuindo com seus significados e com suas vivências.
Contudo, vemos a necessidade do professor ser um mediador entre o currículo e o aluno, por isso há necessidade de ter um professor pesquisador, com um nível de conhecimento superior ao do aluno, para que assim possa intervir na comunidade do aluno, melhorando sua prática de ensino e assim mantendo uma interação com o meio externo a escola.
O professor tem o poder de enriquecer ou empobrecer sua prática pedagógica, com tudo o comprometimento, a autonomia e a qualidade são fundamentais para um trabalho com prática libertadora em relação ao aluno. Através da autonomia o professor pode desenvolver sua profissionalização.
Perrenoud (2001) classifica a profissão de professor como uma "semiprofissão"; como um ofício em vias de profissionalização. Isso quer dizer que falta a essa profissão uma base de conhecimentos teóricos e procedimentais comuns e uma explicitação dos próprios esquemas e das formas de desenvolvê-los e avaliá-los, como ocorre em outras profissões;
Quanto ao professor? Que conhecimentos mínimos deve deter? Que procedimentos deve aplicar? Que resultados obter? Quem regula as normas de conduta? Qual é o seu código de ética? Perrenoud explica o termo "semiprofissão, como profissões que respondem a alguns critérios e não a outros, ou satisfazem razoavelmente cada um deles", como é o caso da enfermagem, do trabalho social e do ensino (2001, p. 137).
O saber da experiência pode conferir maior autonomia profissional ao professor, e juntamente com outras competências profissionais para tornar realizável o processo de profissionalização.
Um fator que prejudica a prática profissional do professor é a falta de tempo de planejar. Há um adágio popular que diz: "não há ventos favoráveis a quem não sabe para onde navegar", determina com clareza o que queremos alcançar e planejar com eficiência as ações para chegar ao desejado são condições indispensáveis para o sucesso.
Mas por que deve-se planejar?
Muitos professores pensam que tudo já está planejado nos livros-texto ou nos materiais de apoio ao professor, que são adotados, por isso só reproduzem os conteúdos que estão nos livros. Outros acabam pensando que sua experiência como professor é suficiente para ensinar com eficiência.
Ao planejarmos estabelecemos condições que favorecem a aprendizagem do aluno, pois através do planejamento temos a oportunidade de prever as estratégias que usaremos para conseguir que os objetivos sejam alcançados.
É um dever do professor estimular e despertar o interesse dos seus alunos, mas para despertar o interesse o professor precisa conhecer esse aluno, precisa saber quais as vivências desses alunos.
que o professor sai da mesmice da sala de aula de fazer seus alunos copiarem textos do quadro. Não é melhor que eles produzam o próprio texto individualmente ou coletivamente? Espera-se um professor dinâmico, cabe a ele mediar o processo de aprendizagem. O que precisamos é de um professor que seja inovador, ousado e criativo.
A aprendizagem torna-se uma atividade interpessoal, articulada pela interação do aluno e do professor, em torno da realizaçãode tarefas definidas. Os agentes (professor e aluno) trazem para a sala de aula seus conhecimentos, habilidades, valores e expectativas que, de acordo com as relações estabelecidas, poderá propiciar o desenvolvimento de seu senso crítico e responsabilidade individual na construção de seu saber.
Nessa perspectiva, o professor é o orientador do processo de ensino-aprendizagem. A finalidade de sua intervenção é contribuir para que o aluno, centro da ação pedagógica, desenvolva sua capacidade de realizar aprendizagens significativas, aprendendo a aprender e construindo seus conhecimentos, por meio da formação de ações básicas de um pesquisador, sendo capaz de observar, refletir, indagar, produzir, desenvolvendo sua consciência crítica e autonomia intelectual e social.
Há professores que trabalham individualmente e coletivamente. Para cada competência profissional há um determinado tipo de conhecimento necessário para o objetivo da mesma.
O professor precisa do outro para completar seu aprendizado e para a troca de experiências, o compartilhamento de saberes entre professores é fundamental apara seu desenvolvimento profissional e para a melhoria da instituição de ensino, pois as relações constituem-se através da coletividade.
Esse texto aborda muitos aspectos que eu poderia fikar horas e horas escrevendo, mas prefiro parar por aqui.
Qualquer coisa eu volto para complementar ok!
BIBLIOGRAFIA:
GIMENO SACRISTÁN, J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. 3. ed, Porto Alegre, Artmed, 2000.
PERRENOUD, Philippe. A ambigüidade dos saberes e da relação com o saber na profissão de professor. In: Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza, do mesmo autor. Porto Alegre: Artmed Ed, 2001, p. 135-193.
Categories
aprendizado,
conhecimento,
Currículo Modelado
5 de julho de 2009
LIVROS-DIDÁTICOS
Na aula de terça feira no dia 30 de junho de 2009, ESCOLA ESPAÇO POLITICO E PEDAGOGICO com o professor Ivan, analisamos alguns livros-didáticos, os livros que eu analisei foram:
* Passos, Lucina Maria Marinho Alegria de Saber: Livro de Alfabetização - São Paulo: Scipione, 2001. - (Coleção Alegria de Saber).
* Martins, Andréa Pirulito: Alfabetização - São Paulo: Scipione, 2002. - Alfabetização (Educação Infantil)

Características do Livro Alegria de Saber (Alfabetização)
* Uso de figuras no livro que fazem parte do cotidiano da criança, como: rótulos, embalagens, anúncios, etc;
* Uso de temas referentes a cidadania, com direitos, deveres e valores a serem respeitados diante da sociedade;
* Variados tipos de textos como estórias em quadrinhos, pinturas, receitas,etc, que circulam em diferentes lugares e não apenas na escola;
* Apresenta atividades com jogos;
* Não apresenta preconceito racial;


Características do Livro Pirulito (Alfabetização)
* Possui muitos recursos para desenvolver na aulas como quebra-cabeças, dobraduras, jogo da memória e outros;
* Apresenta notícias e informações variadas;
* Mostra as diveridades sociais que existem;

* Passos, Lucina Maria Marinho Alegria de Saber: Livro de Alfabetização - São Paulo: Scipione, 2001. - (Coleção Alegria de Saber).
* Martins, Andréa Pirulito: Alfabetização - São Paulo: Scipione, 2002. - Alfabetização (Educação Infantil)

Características do Livro Alegria de Saber (Alfabetização)
* Uso de figuras no livro que fazem parte do cotidiano da criança, como: rótulos, embalagens, anúncios, etc;
* Uso de temas referentes a cidadania, com direitos, deveres e valores a serem respeitados diante da sociedade;
* Variados tipos de textos como estórias em quadrinhos, pinturas, receitas,etc, que circulam em diferentes lugares e não apenas na escola;
* Apresenta atividades com jogos;
* Não apresenta preconceito racial;


Características do Livro Pirulito (Alfabetização)
* Possui muitos recursos para desenvolver na aulas como quebra-cabeças, dobraduras, jogo da memória e outros;
* Apresenta notícias e informações variadas;
* Mostra as diveridades sociais que existem;

Categories
Livros-didáticos
30 de junho de 2009
O Currículo e o livro didático

Reflexão baseada no texto 5: O Currículo Apresentado aos Professores de GIMENO SACRISTÁN discutido em sala de aula.
A Bibliografia se encontra no final do texto.
O texto que usei para fazer minha reflexão cita várias vezes o curriculo prescrito. Mas o que é esse currículo prescrito?
Vou dar uma dica: O adjetivo prescrito significa algo ordenado, mandado.
E aí já tem uma idéia do que seja o currículo prescrito?
O currículo prescrito é um conjunto de decisões normativas que são produzidas nos gabinetes das secretarias federais, estaduais e municipais de educação. É um currículo totalmente distanciado do currículo real, pois não respeita a diversidade, e não é construído pelos que fazem a escola cotidianamente.
O currículo prescrito atribuí à escola o papel de transmitir uma cultura com base na lógica da reprodução, um currículo igual para todo o território e para todos os alunos, construído para que o professor o execute da forma como veio estruturado.
Mesmo o currículo sendo prescrito, o professor através de sua interação deve construir, no dia-a-dia, novas alternativas curriculares para a sua prática docente.
Nos dias de hoje ainda temos escolas quem pensam que todos têm que ser iguais, onde a instituição escolar sempre se organizou a partir dos padrões a serem cumpridos por todos, com práticas de que a aprendizagem acontece no mesmo ritmo e no mesmo tempo, excluindo assim, aqueles que fogem a esse padrão, com classificações e seleções baseadas no modelo tradicional.
A escola se diz inclusiva, mais continua tratando os alunos que são por natureza diferentes uns do outros, como se todos fossem iguais, excluem aqueles que não se encaixam nos grupos sociais e culturais que a cultura escolar impõe.
Há diversos mecanismos que reforçam as desigualdades socioculturais nos sistemas educacionais, um desses mecanismos é o livro didático.
Assim como o currículo prescrito que vem pronto para o professor executar, o livro didático também é assim. O professor precisa ver o livro didático como um apoio um norte e não algo que o torne refém dele.
O professor deve usar o livro didático como um recurso que irá auxiliá-lo em sua prática, proporcionando uma pedagogia emancipatória, de superação de uma cultura escolar excludente e de um pensar que passa pelo projeto curricular da escola.
BIBLIOGRÁFIA:
GIMENO SACRISTÁN, J O currículo:uma reflexão sobre a prática 3.ed. Porto Alegre: Artemed, 2000.
Categories
currículo prescrito,
Escola,
livro didático
O Currículo e os Conteúdos

Reflexão baseada no texto 4: O Currículo: Os Conteúdos do Ensino ou uma Análise Prática de GIMENO SACRISTÁN discutido em sala de aula.
A Bibliografia se encontra no final do texto
Segundo Paulo Freire Ensinar não é transmitir conhecimentos, mas criar condições para a sua construção.
O que é o ensino?
O ensino de acordo com o Dicionário Aurélio é: 1- Transmissão de conhecimentos , informações ou esclarecimentos úteis ou indispensáveis à educação ou a um fim determinado, instrução; 2- Os métodos empregados para ministrar o ensino; 3- Magistério; 4- Esforço orientado para a formação ou a midificação da conduta humana; educação; 5- Adestramento, treinamento; 6- Castigo, ensinadela.
ENSINO DE QUALIDADE É UM DIREITO DO CIDADÃO DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM
ARTIGO 26 - “TODO HOMEM TEM DIREITO A EDUCAÇÃO. A INSTRUÇÃO ELEMENTAR SERÁ OBRIGATÓRIA, GRATUITA, ACESSÍVEL A TODOS”....
ARTIGO 27- “TODO HOMEM TEM DIREITO DE PARTICIPAR LIVREMENTE DA VIDA CULTURAL DA COMUNIDADE, DO PROGRESSO CIENTÍFICO
E DE SEUS BENEFÍCIOS E DE FRUIR AS ARTES”.
Segundo Pedro Demo Ensinar não significa transferir pacotes sucateados, nem mesmo significa meramente repassar saber. Seu conteúdo mesmo é motivar processo emancipatório com base em saber crítico, criativo, atualizado e competente.
O modo como os professores entendem o que é ensinar afeta o que fazem na sala de aula, pois os aluno hoje não é mais visto como um ser passivo que deve apenas assimilar os conhecimentos que lhe são transmitidos pelos professores. É visto como um ser ativo que aprende não apenas através do contato com o professor e com o conteúdo, mas através de todos os elementos do meio.
A escola precisa aproveitar isso, contextualizando e problematizando seus conteúdos, sempre aproximando com a prática e fazendo com que o aluno compreenda o significado do que foi aprendido, ao desenvolver pesquisas a escola estará contribuindo para que o aluno seja sujeito de seu conhecimento e não mero receptor, assim a escola estará contribuindo para o desenvolvimento do aluno.
O currículo deve-se articular com a realidade, conhecer a comunidade faz com que o currículo seja bem realizado.
A escola também tem o papel de desafiar seus alunos a pensar e umas das possibilidades é apresentar situações-problema (Como foi discutido em sala de aula, pois assim a aula torna-se mais interessante) contextualizando o conteúdo desenvolvido com situações do dia a dia, essas situações levará o aluno a buscar soluções para suas dúvidas e para as suas incertezas.
Segundo Nikos Kazantzakis Os professores ideais são os que se fazem de pontes, que convidam os alunos a atravessarem, e depois, tendo facilitado a travessia, desmoronam-as com prazer, encorajando-os a criarem as suas próprias pontes.
Entendo que os professores pontes são aqueles que buscam fazer uma ligação entre a escola e o contexto da comunidade, do contexto que o aluno tem fora das 4 paredes da escola.
Os professores pontes são aqueles que tem ousadia de criar novos conceitos, desse modo a aprendizagem ganha novos conceitos, assim ampliando as possibilidades de aprender e ensinar.
BIBLIOGRÁFIA:
GIMENO SACRISTÁN, J O currículo: os conteúdos do ensino ou uma análise prática: In: GIMENO SACRISTÁN, J PÉREZ GÓMEZ, A.T compreender e transformar o ensino 4.ed, ARTMED, 1998.
Categories
conhecimento,
conteúdos,
contexto,
Currículo
1 de junho de 2009
ESTUDO ERRADO - Gabriel Pensador
Videoclipe - Gabriel O Pensador - Estudo Errado
LETRA DA MÚSICA ESTUDO ERRADO - GABRIEL PENSADOR
Algumas definições na Internet para escola são:
* Escola pode se referir a uma instituição de ensino ou a uma corrente de pensamento com características padronizadas que formam certas áreas do conhecimento e da produção humana.(Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Escola)
* Instituição social que tem a missão de educar, conjunto de professores (docentes) e dos alunos (discentes), lugar onde se relacionam uns com os outros e se prepara para a vida. (Fonte: pt.wiktionary.org/wiki/escola)
* É uma instituição financeira que vende diplomas; o aluno é o consumidor interessado em comprar; e o professor é o cara que quer atrapalhar as negociações. ... (Fonte: www.felipex.com.br/div_louco_dic.htm)
A música do Gabriel Pensador retrata alguns problemas vividos nas escolas como:
* O aluno não sabe o por que que ele está na escola; Pra que estudar;
* Decoreba pra fazer a prova e depois esquece-se de tudo, pois não aprende;
* Não procura informar-se das coisas que acontecem ao redor, ver televisão, ler jornal, etc.
* O que se ensina na escola não tem nenhuma vivência com o dia a dia do aluno fora da escola.
* As desmotivadoras, etc;
O aluno não vê nenhum motivo para estar na escola, somente acredita que deve sentar e obedecer, estudar pra que? Se ele pode decorar fazer a prova tirar uma ótima nota e depois esquecer tudo.
O que é a escola para alguns alunos, ou até mesmo a maioria, se não um lugar chato, intediante, que rouba seus minutos e segundos com aulas chatas,monótonas e desmotivadoras.
Antigamente as escolas pensavam em criar alunos dóceis, pacientes e ouvintes, hoje pretende-se criar alunos autónomos, pensantes, críticos e opinativos.
A escola além de possibilitar o conhecimento, deve também promover um estimulação por parte do aluno a fim de que ele produza um novo saber, saber esse que colabore para uma transformação social no meio em que este aluno está.
Para o conhecimento acontecer é preciso uma interação entre o aluno e o conhecimento e o professor é o mediador entre esse processo, para isso é importante o professor contextuaizar sua prática com a identidade do aluno interior e exterior, uma interação professor-aluno e aluno-professor, pois quem ensina aprende e quem aprende ensina também, assim é possível criar laços que podem facilitar o processo ensino-aprendizagem.
Ensinar exige respeito aos saberes dos alunos, saberes estes construídos na prática do dia a dia, cujas experiências podem ser aproveitadas para discutir a realidade para associar a disciplina ao conteúdo que esteja sendo ministrado, estabelecendo uma intimidade entre os saberes curriculares fundamentais aos alunos e a vivência social que eles têm enquanto indivíduos.
Ensinar exige do professor disponibilidade para o diálogo, exige saber escutar e acima de tudo, bom senso e comprometimento, é saber que o educador deve respeito à autonomia, à dignidade, à identidade do educando, e ser coerente com este saber na prática. Isto exige do professor uma reflexão crítica permanente sobre a sua prática. Além disso, a prática docente é formadora, logo, ética;
Ser professor é mais do que ensinar fórmulas e técnicas, é também educar, formar. Formar pessoas pensantes, com senso crítico, capaz de perceber e combater injustiças, que não aceite passivamente o que a elite social nos apresenta ou impõe, antes argumenta criticamente e luta por seus direitos. Esse é o desafio que todos nós professores ou futuros professores temos pela frente.
LETRA DA MÚSICA ESTUDO ERRADO - GABRIEL PENSADOR
Algumas definições na Internet para escola são:
* Escola pode se referir a uma instituição de ensino ou a uma corrente de pensamento com características padronizadas que formam certas áreas do conhecimento e da produção humana.(Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Escola)
* Instituição social que tem a missão de educar, conjunto de professores (docentes) e dos alunos (discentes), lugar onde se relacionam uns com os outros e se prepara para a vida. (Fonte: pt.wiktionary.org/wiki/escola)
* É uma instituição financeira que vende diplomas; o aluno é o consumidor interessado em comprar; e o professor é o cara que quer atrapalhar as negociações. ... (Fonte: www.felipex.com.br/div_louco_dic.htm)
A música do Gabriel Pensador retrata alguns problemas vividos nas escolas como:
* O aluno não sabe o por que que ele está na escola; Pra que estudar;
* Decoreba pra fazer a prova e depois esquece-se de tudo, pois não aprende;
* Não procura informar-se das coisas que acontecem ao redor, ver televisão, ler jornal, etc.
* O que se ensina na escola não tem nenhuma vivência com o dia a dia do aluno fora da escola.
* As desmotivadoras, etc;
O aluno não vê nenhum motivo para estar na escola, somente acredita que deve sentar e obedecer, estudar pra que? Se ele pode decorar fazer a prova tirar uma ótima nota e depois esquecer tudo.
O que é a escola para alguns alunos, ou até mesmo a maioria, se não um lugar chato, intediante, que rouba seus minutos e segundos com aulas chatas,monótonas e desmotivadoras.
Antigamente as escolas pensavam em criar alunos dóceis, pacientes e ouvintes, hoje pretende-se criar alunos autónomos, pensantes, críticos e opinativos.
A escola além de possibilitar o conhecimento, deve também promover um estimulação por parte do aluno a fim de que ele produza um novo saber, saber esse que colabore para uma transformação social no meio em que este aluno está.
Para o conhecimento acontecer é preciso uma interação entre o aluno e o conhecimento e o professor é o mediador entre esse processo, para isso é importante o professor contextuaizar sua prática com a identidade do aluno interior e exterior, uma interação professor-aluno e aluno-professor, pois quem ensina aprende e quem aprende ensina também, assim é possível criar laços que podem facilitar o processo ensino-aprendizagem.
Ensinar exige respeito aos saberes dos alunos, saberes estes construídos na prática do dia a dia, cujas experiências podem ser aproveitadas para discutir a realidade para associar a disciplina ao conteúdo que esteja sendo ministrado, estabelecendo uma intimidade entre os saberes curriculares fundamentais aos alunos e a vivência social que eles têm enquanto indivíduos.
Ensinar exige do professor disponibilidade para o diálogo, exige saber escutar e acima de tudo, bom senso e comprometimento, é saber que o educador deve respeito à autonomia, à dignidade, à identidade do educando, e ser coerente com este saber na prática. Isto exige do professor uma reflexão crítica permanente sobre a sua prática. Além disso, a prática docente é formadora, logo, ética;
Ser professor é mais do que ensinar fórmulas e técnicas, é também educar, formar. Formar pessoas pensantes, com senso crítico, capaz de perceber e combater injustiças, que não aceite passivamente o que a elite social nos apresenta ou impõe, antes argumenta criticamente e luta por seus direitos. Esse é o desafio que todos nós professores ou futuros professores temos pela frente.
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